We are pleased to introduce our newest team member, Daphné Villain, who will be working on the FIRE-RES project.

Get to know her better in the interview below.

1. Can you tell us in a few words what your role will be within the IEFC?

My role is to work mainly on the FIRE-RES project, on the land-use planning part.

More specifically, I’ll be in charge of relations with local stakeholders, like municipalities, to improve fire risk culture and to work together on how to integrate the results produced as part of the project into the design of new prevention strategies to mitigate the risk of forest fires.

2. What motivates you to join IEFC and FIRE-RES project?

I’m very interested in environmental issues, and I’m particularly interested in ways of making our territories more resilient, which I believe is crucial if we want to adapt to the growing risks associated with climate change and reduce their impact.

The FIRE-RES project is completely in line with this dynamic, and it’s very exciting to be able to contribute to the development of new and meaningful innovations! Coming from the Bordeaux region, it’s also very interesting to see how we can provide solutions to the environmental problems that particularly concern us, as we could see with the extreme wildfire events of 2022.

The diversity of projects carried out by the IEFC and the complementary skills of the staff result in a rich and stimulating working environment. It’s also a real plus to work in an internationally connected world.

3. What interests you about forestry and what motivated your decision to work in this sector?

The diversity of the issues and challenges the forestry sector faces, especially in the current context of climate change, particularly interests me and motivated my decision to work in this sector.

After gaining varied experience in different topics of the environment sector (renewable energy, agriculture…), I had the opportunity to work in a National Park Directorate abroad, where I learnt a lot about forestry and biodiversity issues.

This experience marked the beginning of my deep interest in forestry issues. I was fascinated by the complexity and richness of forest ecosystems, as well as their crucial role in regulating the climate and preserving biodiversity. Also, I particularly enjoyed working with forestry stakeholders : private owners, engineers, foresters…

I think there’s a lot to be done in the field of forestry and I have a lot to learn from it.

4. What are the current challenges in the forestry sector that interest you?

While the forestry sector faces many challenges, which are all very interesting, I have a particular interest in subjects combining forestry and different land uses, as many economic stakeholders depend on wood resources. More generally, I’m interested in solutions that could reduce our impact on forest ecosystems, both technological and managerial. The subject of forest resilience to climate change is also a complex but fascinating one, since it is more topical than ever.

Nous avons le plaisir de vous présenter notre nouveau membre, Daphné Villain, qui travaillera sur le projet FIRE-RES.

Apprenez à mieux la connaître dans l’interview ci-dessous.

1. Peux-tu nous dire en quelques mots quel sera ton rôle au sein de l’IEFC ?

Mon rôle est de travailler principalement sur le projet FIRE-RES, sur la partie aménagement du territoire.

Plus précisément, je serai chargée des relations avec les acteurs locaux, comme les municipalités, afin d’améliorer la culture du risque d’incendie et travailler ensemble sur la manière d’intégrer les résultats produits dans le cadre du projet, dans la conception de nouvelles stratégies de prévention pour diminuer le risque d’incendies de forêt.

2. Quels ont été les facteurs déterminants qui t’ont incitée à rejoindre l’IEFC et le projet FIRE-RES ?

Très intéressée par les questions environnementales, je m’intéresse particulièrement aux moyens de rendre nos territoires plus résilients, ce qui me semble crucial si nous voulons nous adapter aux risques croissants liés au changement climatique et en réduire l’impact.

Le projet FIRE-RES s’inscrit pleinement dans cette dynamique, et c’est très excitant de pouvoir contribuer au développement de nouvelles innovations porteuses de sens ! Originaire de la région bordelaise, il est également très intéressant de voir comment nous pouvons apporter des solutions aux problèmes environnementaux qui nous concernent particulièrement, comme nous avons pu le voir avec les incendies extrêmes de 2022.

3. Quels aspects du secteur forestier suscitent ton intérêt et quels éléments ont influencé ton choix de carrière dans ce domaine ?

La diversité des questions et des défis auxquels le secteur forestier est confronté, en particulier dans le contexte actuel du changement climatique, m’intéresse particulièrement et a motivé ma décision de travailler dans ce secteur.

Après avoir acquis une expérience variée dans différents domaines du secteur de l’environnement (énergies renouvelables, agriculture…), j’ai eu l’occasion de travailler dans une direction de parc national à l’étranger, où j’ai beaucoup appris sur les questions de sylviculture et de biodiversité.

Cette expérience a marqué le début de mon profond intérêt pour les questions forestières. J’ai été fascinée par la complexité et la richesse des écosystèmes forestiers, ainsi que par leur rôle crucial dans la régulation du climat et la préservation de la biodiversité. Par ailleurs, j’ai particulièrement apprécié de travailler avec les acteurs du secteur forestier : propriétaires privés, ingénieurs, forestiers…

Je pense qu’il y a beaucoup à faire dans le secteur forestier et que j’ai beaucoup à apprendre.

4. Quels défis actuels du secteur forestier attirent ton attention ?

Si le secteur forestier fait face à de nombreux défis, tous très intéressants, j’ai un intérêt particulier pour les sujets associant la forêt et les différentes utilisations des terres, car de nombreux acteurs économiques dépendent des ressources en bois. Plus généralement, je m’intéresse aux solutions qui pourraient réduire notre impact sur les écosystèmes forestiers, qu’elles soient technologiques ou managériales. Le sujet de la résilience des forêts face au changement climatique est également complexe mais passionnant, car il est plus que jamais d’actualité.

Temos o prazer de apresentar o mais recente membro da nossa equipa, Daphné Villain, que irá trabalhar no projeto FIRE-RES.

Conheça-a melhor na entrevista abaixo.

1. Pode dizer-nos, em poucas palavras, qual será o seu papel no IEFC?

A minha função é trabalhar principalmente no projeto FIRE-RES, na parte do ordenamento do território.

Mais especificamente, serei responsável pelas relações com as partes interessadas locais, como os municípios, para melhorar a cultura no âmbito do risco de incêndio e trabalhar em conjunto na forma de integrar os resultados produzidos no âmbito do projeto na conceção de novas estratégias de prevenção para atenuar o risco de incêndios florestais.

2. O que a motivou a aderir ao IEFC e ao projeto FIRE-RES?

Interesso-me muito por questões ambientais e, em particular, por meios de tornar os nossos territórios mais resilientes, o que considero crucial, se quisermos adaptar-nos aos riscos crescentes associados às alterações climáticas, e reduzir o seu impacto.

O projeto FIRE-RES inscreve-se perfeitamente nesta dinâmica, e é muito estimulante poder contribuir para o desenvolvimento de inovações novas e significativas! Vinda da região de Bordéus, é também muito interessante ver como podemos fornecer soluções para os problemas ambientais que nos preocupam particularmente, como os que observámos nos eventos extremos de incêndios florestais de 2022.

A diversidade dos projectos realizados pelo IEFC e a complementaridade das competências da equipa, resultam num ambiente de trabalho rico e estimulante. É também uma verdadeira vantagem trabalhar num mundo ligado internacionalmente.

3. O que lhe interessa na silvicultura e o que motivou a sua decisão de trabalhar neste sector?

A diversidade de questões e desafios que o sector florestal enfrenta, especialmente no atual contexto de alterações climáticas, interessa-me particularmente e motivou a minha decisão de trabalhar neste sector.

Depois de adquirir uma experiência variada em diferentes temas do sector do ambiente (energias renováveis, agricultura…), tive a oportunidade de trabalhar numa Direção de Parque Nacional no estrangeiro, onde aprendi muito sobre questões florestais e de biodiversidade. Essa experiência marcou o início do meu profundo interesse pelas questões florestais. Fascinou-me a complexidade e a riqueza dos ecossistemas florestais, bem como o seu papel crucial na regulação do clima e na preservação da biodiversidade. Além disso, gostei particularmente de trabalhar com as partes interessadas no sector florestal: proprietários privados, engenheiros, silvicultores…

Penso que há muito a fazer no domínio da silvicultura e tenho muito a aprender com ela.

4. What are the current challenges in the forestry sector that interest you?

Embora o sector florestal enfrente muitos desafios, todos eles muito aliciantes, tenho um interesse especial por temas que combinam a silvicultura e diferentes utilizações do solo, uma vez que muitos agentes económicos dependem dos recursos de madeira. De um modo mais geral, estou interessada em soluções que possam reduzir o nosso impacto nos ecossistemas f lorestais, tanto a nível tecnológico como de gestão. O tema da resiliência das florestas às alterações climáticas é também complexo, mas fascinante, uma vez que este é mais atual do que nunca.

Nos complace presentar a nuestro nuevo miembro del equipo, Daphné Villain, que trabajará en el proyecto FIRE-RES.

Conózcala mejor en la siguiente entrevista.

1. ¿Puede explicarnos en pocas palabras cuál será su papel dentro del IEFC?

Mi función principal es trabajar en el proyecto FIRE-RES, centrándome en la parte de ordenación del territorio.


Más concretamente, me encargaré de las relaciones con los grupos de interés locales, como son los municipios, para mejorar la cultura del riesgo de incendio y trabajar en conjunto para integrar los resultados producidos, como parte del proyecto, diseñando nuevas estrategias de prevención para mitigar el riesgo de incendios forestales.

2. ¿Qué le motiva a unirse al IEFC y al proyecto FIRE-RES?

Me interesan mucho los problemas medioambientales, particularmente, en cómo conseguir que nuestros territorios sean más resilientes, algo que considero crucial si queremos adaptarnos y reducir el impacto de los crecientes riesgos asociados al cambio climático.

La línea de actuación del proyecto FIRE-RES coincide plenamente en esta dinámica, y ¡es muy emocionante poder contribuir al desarrollo de innovaciones nuevas y significativas! Viniendo de la región de Burdeos, también es muy interesante ver cómo podemos aportar soluciones a los problemas medioambientales que nos preocupan especialmente, como pudimos comprobar con los incendios forestales extremos de 2022.

La diversidad de los proyectos llevados a cabo por el IEFC y la complementariedad de las habilidades del personal dan lugar a un entorno de trabajo rico y estimulante, también es un aliciente trabajar en un mundo conectado internacionalmente.

3. ¿Qué le interesa del mundo forestal y qué motivó su decisión de trabajar en este sector?

Me interesa especialmente la diversidad de los problemas y retos a los que se enfrenta el sector forestal, especialmente en el contexto actual de cambio climático. Esto motivó mi decisión de trabajar en este sector.

Tras adquirir experiencia variada en distintos temas del sector medioambiental (energías renovables, agricultura…), tuve la oportunidad de trabajar en la Dirección de un Parque Nacional en el extranjero, donde aprendí mucho sobre temas forestales y de biodiversidad.

Esta experiencia marcó el comienzo de mi profundo interés por los temas forestales. Me fascinaba la complejidad y riqueza de los ecosistemas forestales, así como su papel crucial en la regulación del clima y conservación de la biodiversidad. Además, disfruté particularmente trabajando con los grupos forestales interesados: propietarios privados, ingenieros, silvicultores…

Creo que queda mucho por hacer en el mundo forestal y tengo mucho que aprender de él.

4. ¿Cuáles son los retos actuales del sector forestal en los que muestra más interés?

Mientras el sector forestal se enfrenta a muchos retos, todos ellos muy interesantes, son los temas que combinan la silvicultura y los distintos usos del suelo los que me interesan principalmente, ya que muchas de las partes interesadas dependen de los recursos madereros. En términos más generales, me interesan las soluciones tecnológicas y de gestión que puedan reducir nuestro impacto en los ecosistemas forestales. El tema de la resiliencia de los bosques frente al cambio climático es también un reto complejo pero fascinante, ya que está más de actualidad que nunca.