The 8th public meeting of the Gemm_Est & ExtraFor_Est projects, related to extractable chemical compounds from trees, was held online on 22 April 2021. This event, which was open to the public, was also an opportunity for a wide range of French stakeholders to discuss the topic of pine resin.

The wood industries produce a large number of by-products that are often poorly valued. Based on this observation, the aim of these projects is to bring the forestry-wood sector closer to the plant chemistry sector, which works not only with plants containing starches and sugars, but also lignocellulosic plants and plants containing active substances. Francis Colin, from the UMR SILVA at INRAe in Nancy, presented the range of bio-sourced products that are now used in many sectors such as construction, automotive, sanitary products, packaging and cosmetics. Armand Clopeau (IEFC) completed this introduction by presenting the sectors in which resin is used around the world. Today, resin is mainly used for the production of inks (28%), adhesives (24%) and paper glue (18%). Turpentine is used to produce perfumes and aromas (45%), hygiene and household products (33%) and solvents (11%). In Nouvelle-Aquitaine, the Holiste company is conducting research that is enabling a revival of resin tapping in the Landes forest. Among the steps taken, the eco-certification of rosin has allowed for a better valuation of this primary transformation product and has led to the search for outlets in the food packaging sector.

In the Alpes de Haute-Provence, Samuel Aubert, a researcher and self-employed entrepreneur, is developing a resin tapping business focusing on Aleppo pine. Resin tapping tests have also been carried out on Austrian black pine, Scots pine, larch and spruce. The tapped resin is usually steam distilled, but the technique could evolve in the future towards low pressure distillation. The turpentine obtained is used in aromatherapy and other possibilities are being studied, such as the production of wood stains. Aleppo pine resin seems to be particularly suitable for use in the perfume industry, thanks to its aroma containing grapefruit notes.

Claire Bastick then presented the work of the Institut National de l’Information Géographique et Forestière (IGN), which is mapping the stands with the most potential for resin tapping in Haute-Loire and Bas-Rhin regions. This work aims to test a method of identifying areas of interest within the framework of a revival of the activity. This revival is also conditioned by a determination of the impact of resin tapping on wood production. In Nouvelle-Aquitaine, the first trials conducted by the CNPF and the FCBA did not show any significant impact of resin extraction on productivity, nor on the physical-chemical qualities of the wood.

IEFC will organise the final conference of the SustForest+ project jointly with the CRPF Nouvelle-Aquitaine. This event will take place at the Conseil Régional d’Aquitaine in Bordeaux on 8 and 9 November 2021 and will be open to the public. It will be an opportunity to present the main results of the project and to allow exchanges between stakeholders from different backgrounds on a regional and European scale.

By Armand Clopeau (IEFC)

Image by Alexandra Mirghes, Unsplash


La 8ème réunion publique des projets Gemm_Est & ExtraFor_Est, en lien avec les composés chimiques extractibles des arbres, s’est tenue en ligne le 22 avril 2021. Cet évènement ouvert au public a aussi été l’occasion de permettre à une importante diversité d’acteurs français d’échanger sur le sujet de la résine de pin.

Les industries du bois produisent un nombre important de connexes qui sont souvent mal valorisés. Partant de ce constat, ces projets ont pour objectif de rapprocher la filière forêt-bois de celle de la chimie du végétal qui comprend les plantes amidonnières et sucrières mais aussi lignocellulosiques et les plantes contenant des substances actives. Francis Colin, de l’UMR SILVA à l’INRAe de Nancy, a présenté l’éventail de produits biosourcés qui sont aujourd’hui présents dans de nombreux secteurs tels que la construction, l’automobile, les produits sanitaires, les emballages ou encore les produits cosmétiques. Armand Clopeau (IEFC) a complété cette introduction en présentant les secteurs d’utilisation de la gemme dans le monde. Aujourd’hui, la colophane est principalement utilisée pour la production d’encres (28%), d’adhésifs (24%) et de colle à papier (18%). La térébenthine sert à produire des parfums et des arômes (45%), des produits d’hygiène et ménagers (33%) et des solvants (11%). En Nouvelle-Aquitaine, la société Holiste mène des recherches qui permettent aujourd’hui une relance du gemmage dans la forêt des Landes. Parmis les démarches entreprises, l’écocertification de la colophane a permis une meilleure valorisation de ce produit de 1ère transformation et a conduit à la recherche de débouchés dans le secteur des emballages alimentaires.

Dans les Alpes de Haute-Provence, Samuel Aubert, chercheur et auto-entrepreneur, développe une activité de gemmage en se focalisant sur le pin d’Alep. Des essais de gemmage sont aussi réalisés sur le pin noir d’Autriche, le pin sylvestre, le mélèze et l’épicéa. La gemme est habituellement distillée à la vapeur mais la technique pourrait évoluer à l’avenir vers la distillation en basse pression. La térébenthine qui en est issue est valorisée en aromathérapie et d’autres perspectives sont étudiées, telles que la production de lasure. La résine de pin d’Alep semble valorisable dans le domaine de la parfumerie, grâce à ses notes de pamplemousse.

Par la suite, Claire Bastick a présenté les travaux de l’Institut National de l’Information Géographique et Forestière (IGN), qui réalise une cartographie des peuplements présentant le plus de potentiel pour le gemmage en Haute-Loire et dans le Bas-Rhin. Cette représentation vise à tester une méthode d’indentification de zones d’intérêts dans le cadre d’une relance de l’activité. Cette relance est aussi conditionnée par la détermination de l’impact du gemmage sur la production de bois. En Nouvelle-Aquitaine, les premiers essais conduits par le CNPF et le FCBA ne montrent pas d’impact significatif de l’extraction de résine sur la productivité, ni sur les qualités physico-chimiques des bois.

L’IEFC organisera la conférence finale du projet SustForest+ conjointement avec le CRPF Nouvelle-Aquitaine. Cet évènement aura lieu au Conseil Régional d’Aquitaine à Bordeaux les 8 et 9 novembre 2021 et sera ouverte au public. Il sera l’occasion de présenter les principaux résultats du projet et de permettre à nouveau des échanges entre acteurs d’horizons multiples à l’échelle régionale et européenne.

 Par Armand Clopeau (IEFC)

Image par Alexandra Mirghes, Unsplash


A 8ª reunião pública dos projetos Gemm_Est & ExtraFor_Est, sobre os compostos químicos extraíveis de árvores, realizou-se online no dia 22 de Abril de 2021. Este evento público foi também a ocasião para um vasto leque de intervenientes franceses discutirem sobre o tema da resina de pinheiro.

As indústrias da madeira produzem um grande número de subprodutos que são muitas vezes pouco valorizados. Com base nesta observação, estes projetos visam aproximar a indústria florestal-madeira da indústria química vegetal, que inclui plantas de amido e açúcar, mas também plantas lignocelulósicas e plantas com substâncias ativas. Francis Colin, da UMR SILVA no INRAe em Nancy, apresentou a gama de produtos de origem biológica que estão agora presentes em muitos sectores como a construção civil, automóvel, produtos sanitários, embalagens e cosmética. Armand Clopeau (IEFC) completou esta introdução apresentando os sectores em que a resina é utilizada ao nível mundial. Atualmente, a colofónia é principalmente utilizada para a produção de tintas (28%), colas (24%) e cola de papel (18%). A terebintina é utilizada para produzir perfumes e aromas (45%), produtos de higiene e domésticos (33%) e solventes (11%). Na Nova Aquitânia, a empresa Holiste está a realizar uma investigação que permite um renascimento da extração de resina na floresta das Landes. Entre as medidas tomadas, a certificação ecológica da colofónia permitiu uma melhor valorização deste produto de transformação primária e levou à procura de pontos de venda no sector da embalagem de alimentos.

Na região dos Alpes de Haute-Provence, Samuel Aubert, investigador e empresário independente, está a desenvolver uma atividade de extração de resina centrada no pinheiro de Aleppo. São também realizados testes de extração de resina no pinheiro negro austríaco, pinheiro escocês, larício e abeto. A resina é normalmente destilada a vapor, mas a técnica poderá evoluir no futuro para uma destilação a baixa pressão. A terebentina obtida a partir desta técnica é utilizada na aromaterapia e outras perspetivas estão a ser estudadas, tais como a produção de verniz. A utilização da resina de pinheiro de Alepo parece ser adequada na indústria dos perfumes, graças às suas notas de toranja.

Claire Bastick apresentou o trabalho efectuado pelo Instituto Nacional de Informação Geográfica e Florestal (IGN), que está a cartografar as povoações com maior potencial de geminação no Haute-Loire e no Bas-Rhin. Esta representação visa testar um método de identificação de áreas de interesse no âmbito de um renascimento da atividade. Este renascimento é também condicionado pela determinação do impacto da extração de resina na produção de madeira. Na Nova Aquitânia, os primeiros ensaios conduzidos pelo CNPF e pela FCBA não mostram qualquer impacto significativo da extração de resina na produtividade, nem nas qualidades físico-químicas da madeira.

O IEFC organizará a conferência final do projeto SustForest+ conjuntamente com a CRPF Nova Aquitânia. Este evento terá lugar no Conselho Regional da Aquitânia em Bordéus nos dias 8 e 9 de Novembro de 2021 e será aberto ao público. Será uma oportunidade para apresentar os principais resultados do projeto e permitir o intercâmbio entre atores de múltiplos horizontes a nível regional e europeu.

Por Armand Clopeau (IEFC)

Foto de Alexandra Mirghes, Unsplash


La octava reunión pública de los proyectos Gemm_Est y ExtraFor_Est, relacionados con los compuestos químicos extraíbles de los árboles, se celebró en línea el 22 de abril de 2021. Este acto, abierto al público, fue también una oportunidad para que un amplio abanico de interesados franceses debatieran sobre el tema de la resina de pino.

Las industrias de la madera producen un gran número de productos relacionados que a menudo están mal valorados. Partiendo de esta observación, estos proyectos pretenden acercar la industria forestal-madera a la industria química vegetal, que incluye las plantas de almidón y azúcar, pero también las plantas lignocelulósicas y las que contienen sustancias activas. Francis Colin, de la UMR SILVA del INRAe de Nancy, presentó la gama de productos de origen biológico que ya están presentes en muchos sectores como la construcción, la automoción, los productos sanitarios, los envases y los cosméticos. Armand Clopeau (IEFC) completó esta introducción presentando los sectores en los que se utiliza la resina en todo el mundo. En la actualidad, la colofonia se utiliza principalmente para la producción de tintas (28%), adhesivos (24%) y cola para papel (18%). La trementina se utiliza para producir perfumes y aromas (45%), productos de higiene y del hogar (33%) y disolventes (11%). En Nouvelle-Aquitaine, la empresa Holiste lleva a cabo una investigación que está permitiendo el resurgimiento de la extracción de resina en el masivo de las Landas. Entre las medidas adoptadas, la eco-certificación de la colofonia ha permitido una mejor valorización de este producto de transformación primaria y ha propiciado la búsqueda de salidas en el sector de los envases alimentarios.

En la región de los Alpes de Haute-Provence, Samuel Aubert, investigador y empresario autónomo, está desarrollando una actividad de extracción de resina centrada en el pino carrasco. También se están realizando pruebas de extracción de resina en el pino negro austriaco, el pino silvestre, el alerce y el abeto. La resina se suele destilar al vapor, pero la técnica podría evolucionar en el futuro hacia la destilación a baja presión. La trementina que se obtiene de ella se utiliza en aromaterapia y se están estudiando otras perspectivas, como la producción de tintes para madera. La resina de pino de Alepo parece ser adecuada para su uso en la industria del perfume, gracias a sus notas de pomelo.

A continuación, Claire Bastick presentó los trabajos del Instituto Nacional de Información Geográfica y Forestal (IGN), que está cartografiando los rodales con mayor potencial de extracción de resina en Haute-Loire y Bas-Rhin. Esta representación pretende probar un método de identificación de áreas de interés en el marco de una reactivación de la actividad. Este renacimiento también está condicionado por la determinación del impacto de la extracción de resina en la producción de madera. En Nueva Aquitania, los primeros ensayos realizados por el CNPF y la FCBA no muestran ningún impacto significativo de la extracción de resina en la productividad, ni en las cualidades físico-químicas de la madera.

El IEFC organizará la conferencia final del proyecto SustForest+ conjuntamente con el CRPF Nouvelle-Aquitaine. Este acto tendrá lugar en el Consejo Regional de Aquitania en Burdeos los días 8 y 9 de noviembre de 2021 y estará abierto al público. Será una oportunidad para presentar los principales resultados del proyecto y permitir los intercambios entre actores de múltiples ámbitos a nivel regional y europeo.

Por Armand Clopeau (IEFC)

Imagen de Alexandra Mirghes, Unsplash